Hoje tirei o dia para recordar, escrever e chorar.
Sobre heranças biológicas - DNA
O meu pai era paulista e vivia pelo ar... voava pelas nuvens como ninguém... do planador que sempe foi um desafio para o piloto - como a embarcação a vela - ao mono motor Cesna que era o único meio de chegar aos lugares ainda inóspitos nos mais longíncuos recantos do país a desbravar. Plínio Aviador ficou cohecido na região do centro oeste do Brasil pela sua audácia - não havia tempo ruim - e pelo domínio e enfretamento do improvável. Sabia escolher seus clientes, que se tornavam amigos pela confiança depositada nas mãos do Plínio e na sua calma extrema quando o céu não estava para brigadeiro.
ganhou minha mãe passando pela janela de seu quarto com seu avião teco-teco fazendo acrobacias...era único e tinha a adimiração de todos, dos pobres, dos charreteitos ao doutores da cidade. Conquistou, com sua empatia gaga e suas aulas de aviação, muitos pilotos dos quais lhe agradeceram com o nome do aeroporto na sua cidade de Três-Lagoas em Mato-Grosso do Sul. Fez história!!! Gostava bem de uma cachaça quando cantava nas sua recepções em casa Número Um de Nelson Gonçalves, contando sempre com amigos inusitados e especiais...do camisa de couro com dois revólvers na cartucheira a autoridades da política com a famosa culinária de minha mãe...ninguem cozinhava como ela pratos exóticos inventados pelo Plínio com pratos de seu imáginário espanhol e do que via pelo sertão onde voava com fazendeiros para terras inacessíveis.
Minha mãe três-lagoence, filha de Nestor e Teica, exímera cozinheira e dona de casa. Se reinventou após a morte acidental de meu pai, virou a chave e se transformou em empresária da moda...com sua boutique da Teté. Isis teve 3 filhos e 9 netas e conquistou gerações de moços e moças pelo seu bom gosto. Tinha o dom e habilidade em conquistar jovens com sua delicadeza e doar...presentes para as netas e amigas não faltava. Seu legado, bom gosto, amizades e grande cozinheira...gerações herdaram seu talento.
Meu avô Nestor Guimarães era paulista e também um grande artista, fazia tudo que podia com a arte... contador de piadas, humorista... fazia muita gente rir, sempre rodeado por amigos da pequena cidade...onde tinha uma roda de pessoas conversando no centro da cidade, lá estava o velho Nestor fazendo as pessoa rirem Fez de sua vida o teatro. Teatro que ele mesmo criou em sua cidade com sua filha Ceição, filha do primeiro casamento da Teíca com um músico português. (Tia Ceição; enfermeira de profissão de vida que fazia poesia e tocava piano). Vô Nestor foi um fazedor de arte, nunca enrriqueceu com seu talento extraordinário, embora tenha criado o teatro na sua cidade, onde fazia de tudo um pouco: baterista, desenhista-chargista, cômico que adorava fezer-se de gay e, até, cantador de óperas, onde imperava a música caipira...pobre mas viveu a gloria maior!
Vô André Alarcón era espanhol de Madri, barbeiro no passadode de longa data para mim menino. Do pouco que sei tinha o vício da bebida, encontrava dinheiro nas ruas por onde andava de chapéu e paletó olhando sempre para o chão, sonhando com mais um trago...chorava muito quando bebia; que segredos guardava. Tinha o hábido de viajar de trem sem pagar o bilhete, pois dinheiro não tinha.
Minha vó Teíca era francesa, mato-grossense, me dissertam um dia que era filha de padre!?. Lutou na revolução de 30 de carabina nas costas, montada num cavalo malhado, rezava muito e tocava órgão na igreja matriz. Adotou a igreja como sua casa e fazia o que podia para a mesma ecoasse música e magia, era dona do orgão e ensaiava as cantorias com as filhas de Maria na varanda de sua casa...eu observava tudo sem entender muito, mas achava qua minha vó era uma enviada do céu. Quando a seca se tornava cruel com as plantas que ela mantinha de forma caótica em seu pequeno jardim - para enfeitar a igreja. Ela convocava seus netos e netas para circundar sua casa em procissão, todos a seguiam em fila indiana jogando agua no telhado de sua casa para chamar a chuva...era movida pela fé...a chuva caia logo mais tarde, uma verdadeira Bruxa que tinha em sí a conexão com a natureza... seu segredo, mais tarde entendi, perguntava para o Plínio piloto qual era a previsão...ele sempre sabia a hora da chuva, pois vivia entre as nuvens.
A outra Vó, espanhola, Feffa Maturana, vivia pelas ruas de Bauru onde batia de porta-em-porta visitando seus clientes que gostavam de comprar suas joias. De manhã pingava limão nos olhos e passava azeite de oliva nos cabelos...comia muita pimenta malagueta crua em um pedaço de pão com azeite... era o segredo de sua resiliência. Não a conheci o bastante para mais um aprofundamento sobre essa avó, que certamente me despertou algo que ainda não sei, a não ser seus decententes, especialmente minhas tias bauruences que me esinaram conhecer um mundo um pouco maior que até meus 12 anos, quando fui estudar e morar longe de meus pais.
No que me transformei fruto deste caldeirão de bruxas e bruxos???
Tive uma carreira profissional como engenheiro na COSIPA - Companhia Siderurgica Paulista, empresa base do desenvolvimento econômico - durante 10 anos, com especialização na França e no Japão. Esta fase foi fechada e meu olhar voltou-se para a academia, com Mestrado e Doutorado em Engenharia e professor da UFSC durante 40 anos...hoje aposentado aos 77 anos.
Reflexões sobre o meu lado fotógrafo...
Quando a fotografia entrou na minha vida?
Em 1973 - quando me formei em engenharia e pude adquirir uma máquina fotográfica de um amigo tradutor intérprete de japonês. No momento trabalhava na empresa Siderúrgica COSIPA, que tinha um contrato de assistência técnica com o Japão. Uma NIKOMAT que foi como uma arma para alcançar alvos que se passavam à minha frente alimentando minha imaginação. O forte para mim era capturar imagens que me faziam sentir como um contador de histórias através de imagens que refletiam nossa sociedade da época, onde estava presente a falta de liberdade de manifestação, especialmente as culturais e principalmente as políticas. Um momento onde a repressão era sobreposta à educação. Fotos de rua, fotos de operários da empresa e fotos de viagens, de pessoas com cara de gente eram meus temas.
Confesso que na época me perguntava se seria engenheiro ou fotógrafo??? A engenharia foi mais forte, mas consegui me dedicar também à fotografia amadora, fazendo o curso de fotografia no Cine Foto Clube Bandeirantes em São Paulo, que guardo em minhas lembranças…assim montei um laboratório P&B em casa e fotografava quando podia.
Minha reflexão sobre fotografia inicia-se com a primeira vez que consegui expor em um concurso de fotografias - quando morava em Santos-SP, incríveis anos 70. Neste período de Ditadura Militar ser Engenheiro Metalúrgico na Companhia Siderúrgica Paulista - indústria fundamental para o desenvolvimento econômico do país… era um desafio importante para um jovem privilegiado de classe média, com a cultura política da época, na qual se acreditava na possibilidade utópica de transformação do mundo para melhor.
Neste período o engenheiro tinha também um papel crucial na construção da base política brasileira, participando ativamente da formação da consciência política ligada ao trabalhismo e a cultura marxista no nosso país. Era um desafio importante para um recém estudante universitário que tinha participado ativamente do movimento estudantil, que forjou corações e mentes de jovens estudantes universitários e em seguida no mundo do trabalho; ido anos 7. Na construção de uma ideologia política de vida que pudesse influenciar nossa sociedade e futuras gerações, estando dentro dela. O Partidão conseguia nos dar ânimo e acreditar que o socialismo poderia ser o caminho; pelo menos tinhamos como caminhar, aprender e crescer.
O país precisava se industrializar e as definições de rumos de trajetórias políticas e humanitárias deveriam também ser prioritariamente conduzidas pelos trabalhadores. Movimentos Sindicalistas dos Metalúrgicos do ABC liderados por LULA, pela Pastoral da Terra - a igreja de Dom Pedro Casaldáliga e Frei Beto, o PCB liderado por Carlos Prestes e a Liga Camponesa liderada por Francisco Julião, PTB de Getúlio e Brizola, CNBB - Dom Evaristo Arns, MST - João Pedro Stédile, com a reforma agrária..., o Clube dos Engenheiros de São Paulo, o qual em sua grande maioria defendia a democracia e o desenvolvimento da engenharia brasileira. Foram para mim os anos dourados e os anos do chumbo. Todos esses movimentos foram fundamentais na luta pela construção de uma sociedade civil plural e contra a ditadura militar. Fiz minha parte nesta luta civilizatória como engenheiro metalúrgico e não como fotógrafo, o qual também tinha um forte apelo político e profissional para os jovens engenheiros da época. O sentimento mais forte para mim foi pela engenharia e não me dediquei mais à fotografia como modelo de vida, mas como uma peça acessória de viagens e alguns registros fotográficos.
A foto analógica que fiz em Salvador com teleobjetiva de 300mm e ampliada com forte estouro da granulometria, ficou marcada como referência do passado e possibilidades para o futuro. Confesso que gostei do resultado e os curadores da época também. Foi premiada como melhor foto em um concurso em Santos - SP… idos gloriosos anos 70 - não dá para não ser saudosista!!!
Fotografar pessoas que transmitam seu olhar de trabalhador ou empresário, artistas, gente da rua, gente do mar e da terra, explorando como pano de fundo personagens deste mundo biodiverso que vivemos. O grande propósito é causar espanto no observador, sensações que o mundo é diferente do que ele imaginava; como pode ser muito maior do que pensava?…que a arte fotográfica pode ser maior, transformadora, revolucionária e atingir “corações e mentes”.
Uma simbiose entre o pai aviador e a mãe empresária da moda…um pouco de cada influência. Viver no ar cortando os céus, fazendo o que lhe dá prazer acima de tudo. Voar era seu encanto e meu sonho de então. A mãe com sua estética e esforço pessoal e o prazer de doar, preocupada com os outros em transformar seus clientes com sabedoria estética e carinho. Com essa carga genética me dediquei também à aventura de velejar e descobrir os segredos do oceano e me doar como professor universitário, a aprender e ensinar e a orientar pessoas que tinham a curiosidade e encanto por descobrir e conquistar o mudo do conhecimento.
Minha visão de vida carrega essa dualidade, agregada pela vivência pessoal de se interessar também pela Ciência e Inovação como professor de engenharia, carregando especialmente nos últimos anos a preocupação com a sustentabilidade do planeta frente os desafios que temos para poder controlar o aquecimento da Terra. Afinal os engenheiros construíram o mundo e agora têm a obrigação de salvá-lo!!!.
A arte fotográfica para mim se detém na perspectiva do olhar… como revelar detalhes das pinceladas feitas pela luz ou, ainda, a essência do volume colocada em um plano.
Como você equilibra a presença da técnica e da sensibilidade na sua fotografia?
Vejo a fotografia como arte. A técnica especialmente é como uma ferramenta eficaz para a construção de uma narrativa estética da imagem, a qual transmite sensibilidade para mim…essa é a foto!!! e para o apreciador.
A composição fotográfica artística se refere também a relações geométricas e matemáticas implícitas, como já desenvolvido pelos gregos e pelo contraste de luz e sombra, especialmente na fotografia P&B, e pela paleta de cores que transmitem contrastes e formas geométricas que revelam as cores da mãe natureza.
Entendo que a abordagem de busca de equilíbrio entre técnica e sensibilidade, mais atrapalha do que ajuda a se desenvolver o conceito “razão e sensibilidade”. Sem uma, não se desenvolve a outra…, não existe um sem o outro. Da Vince era cientista, artista, engenheiro, consultor, arquiteto, aventureiro, inovador, visionário; com sua imaginação construiu-se o século XX. Ele tinha todas essas expertises sem contrapor nenhuma à outra, entendendo como se sobrepõem essas habilidades no desafio do momento.
Por que a preferência de fotografias P&B?
A escolha é pela qualidade imagética que arte fotográfica P&B tem conseguido, criando impactos visuais xxxx; proporcionados pelos gradientes de tons pretos e brancos…é direto, e vai no alvo da emoção, capaz de provocar espanto pela simplicidade da composição de gradientes tonais, pela geometria e pelas texturas estabelecidas com mais evidências…. Na fotografia P&B, o olhar se direciona com mais foco ao entendimento da mensagem passada pela imagem.
O desafio da P&B se detém no desenho e na perspectiva do olhar; como observar detalhes das pinceladas feitas pela luz e ainda a essência dela colocada no plano.
A fotografia como expressão pessoal, um hobbie, uma necessidade, um diálogo com o mundo?
Expressão pessoal e desafio de se desgarrar do método de construção do raciocínio cartesiano, do mecanicismo do engenheiro para o pensamento holístico, conseguir enxergar o todo unívoco que habita e sustenta nossa vida - a biodiversidade como fonte componente da evolução. Minha missão pessoal na fotografia é poder entender melhor as pessoas e poder doar algo para elas, como fiz durante minha vida toda orientando estudantes e pesquisadores. Assim, pretendo desenvolver um curso sobre fotografia, onde a principal meta é sensibilizar corações e mentes para mudar o mundo para melhor, mais justo e mais humano, onde a igualdade e a sustentabilidade estejam explícitos na obra fotográfica .
Enquadrar é excluir?
Pode-se pensar também no oposto que enquadrar é incluir o todo necessário para ter a foto e a mensagem correspondente causando impacto
Dependendo de qual é a métrica, os termos enquadrar e excluir podem ser vistos como contraditórios se pensarmos na métrica cartesiana, onde o objeto excluído pelo enquadramento não pertence a mensagem revelada pela imagem, o excluído deixa de existir. Não é pór acaso que as pessoas quando fotografam pelo celular (especialmente mulheres) miram no espelho para incluí- las!!!
Uso aqui o argumento que na fotografia enquadrar é incluir, revelar a mensagem transmitida, pois ela contém o significado do todo. A fotografia deve ser vista como holística, onde o todo está presente em cada detalhe, no sentido que a soma dos detalhes individuais é maior que a soma do que foi enquadrado - como já entendido por Aristóteles: o todo é maior que a soma das partes…, e por Caetano “como dois e dois são cinco”
Quais dores e delícias você carrega no ato de fotografar?
Lembro novamente a música de Caetano “sobre a malícia de toda mulher”…a verdade da fotografia é um dom de iludir, de transmitir e transgredir ao que se sabe e construir a mensagem singular a partir de quem fotografa e para quem aprecia….
Qual a sua linguagem fotográfica?
Tenho pensado muito nisso e sigo tentando me encontrar com uma linguagem própria autoral: arte na expressão e na comunicação com o mundo, levando uma mensagem imagética que mostra coerência com a vida como ela é, e não como supostamente ela deva ser.
Quais suas referências na fotografia?
No todo, gosto mesmo é de fotografias boas, com referências que transmitam algo da realidade ou do imaginário. Cito os que mais aprecio:
- Sebastião Salgado é um fotógrafo que admiro pela sua engenhosidade e criador de mundos para quem aprecia sua arte; muita cultura, imaginação, suor e técnica admirável com suas fotos P&D que criam narrativas da realidade do mundo desconhecido para grande maioria das pessoas
- Alberto Korda - Em particular pela sua evolução histórica como fotógrafo, da fotografia de moda para a fotografia documental revolucionária cubana, em especial pela foto icônica de Che Guevara; provavelmente o retrato mais visto no mundo.
- Henri-Cartier Bresson - pelas suas fotos de rua com composições primorosas e pela sua lendária frase “suas últimas dez mil fotografias serão as suas piores”
-Annie Leibovitz - notabilizada por seus retratos que revelam uma relação íntima entre o fotógrafo e o fotografado…um desafio enorme para o retratista
- Ara Güler - O olho de Istambul - fotojornalista com obras fotográfica em P&B que observa sempre o ser humano na paisagem de rua e do meio produtivo
Tempo e imagem, como você descreveria essa relação?
A imagem fotográfica captura o momento associado a cultura de seu tempo e a cultura do fotógrafo. Parto do princípio que o tempo só existe se houver movimento congelado…no caso da fotografia ela consegue capturar o tempo com a imagem criada pelo fotógrafo. Esta relação é biunívoca na medida que um não existe sem o outro
Onde moram os sonhos?
Na cabeça e no olhar do fotógrafo, que transforma imagem em sonho, ou vice-versa. Os sonhos não envelhecem, mas se transformam em imaginações mais complexas que habitam o universo cultural, ou melhor o imaginário coletivo, que o fotógrafo é capaz de transformá-lo em imagens que podem ser entendidas sem palavras.
Após 55 anos de intensa jornada como engenheiro metalúrgico e posteriormente como acadêmico - mestrado e doutorado na UNICAMP e professor na Engenharia Mecânica e Materiais na UFSC, Florianópolis - tento com muita força e vontade retornar à fotografia, virando mais uma vez a página da vida para um sonho ainda não realizado. Durante meu doutorado desenvolvi trabalhos importantes observando o pequeno mundo que forma os materiais, fotos microfotografia, com a abordagem científica de explorar com mais detalhes o mundo que o olhar não nos revela, chamo de imagética da natureza: imagem que a natureza nos revela com grandes aumentos em microscopia eletrônica e entender que a beleza da composição geométrica, nesse mundo micro ( 10 ]-1 á 10]-5 ); que aprendemos a admirar nas documentações artísticas reveladas pela teoria e práticas da fotografia e pintura - a arte básica da composição imagética: sempre presente no mundo micro como se fosse um bem universal. ****(esclarecer melhor - muito denso!!!) e se repete no universo...
Aos 77 anos tenho como lema a expectativa de planejar meus sonhos além do que realmente possa ser possível para mim - fazer o impossível e depois verificar se era mesmo!.
Neste estágio da vida estou recomeçando e procurando entender os caminhos da técnica e da arte fotográfica, como um novo desafio. Difícil para quem teve um percurso profissional baseado no raciocínio do engenheiro, que tem a objetividade como preceito fundamental e que não conviveu com a subjetividade da formação em artes.
O meu desafio agora nesta seara de novo aprendizado é conseguir entender como mudar o rumo do meu barco (sou também amante da Vela) para o novo desafio que fez eco na minha vida... fazer fotografia - ser fotógrafo e compreender cada uma de suas possibilidades no mundo da arte documental e, também, procurando outros caminhos que a arte fotográfica nos pode proporcionar.
A escolha do tema para o livro foto/texto "Retratos da Vida" visa conhecer melhor nosso povo retratando sua biosociodiversidade com atenção ao seu modo de vida e sua carga cultural e sua identidade, …..: inspirar em Darcy Ribeiro (1995)com seu célebre livro o Povo Brasileiro, em Viva o Povo Brasileiro de João Ubaldo Ribeiro (1984), 100 anos de solidão de GABRIEL GARCIA MARQUES ...
Como referências principais os livros "O Povo Brasileiro... Retrato de todos nós, publicado pela Folha de São Paulo (2024) e Retratos do Brasil Profundo de José Caldas (2010), CUBA Alberto Korda - FIDEL, CHE E HEMINGWAY, BOB MARLEY referências latinas e caribenhas QUE ACREDITAVAM NO SOCIALISMO e foram fundamentais para construir novas imagens e narrativas que me inspiraram na construção do livro Retratos da Vida*...pele, tons e texturas, com a visão de Humanidade, que rapidamente perdemos
*Retratos da vida ("les uns et les autres" ), filme de CLAUDE LELOUCH